10 sugestões para variar a chamada para bebês e crianças

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Cansada de fazer a chamada do mesmo jeito todos os dias? Os bebês não prestam atenção? Esse momento ocupa muito tempo da sua roda, e na metade as crianças já estão dispersas? Então confira aqui 10 sugestões para variar a chamada, economizar tempo e dar significado de pertencimento e engajamento para essa parte da sua rotina!

  1. Coloque as fotos de rosto das crianças no chão, marcando o lugar de sentar – essa é uma ferramenta de Classroom Management e portanto os lugares devem ser escolhidos de forma intencional. Ao sentar, cada criança pode pegar sua foto e, ao seu chamado, colar em um board. Você poderá problematizar as fotos que ficaram no chão para iniciar a conversa sobre quem faltou. Essa variação pode ser usada com bebês, logo que começam a caminhar. Perceba também que essa estratégia possibilita movimento, ao mesmo tempo em que ensina a criança a esperar sua vez. 
  1. Distribua as fotos aleatoriamente entre as crianças, para que cada uma possa responder se o rosto que está segurando está presente ou ausente. “Is Maria here today?” “Yes, she is/No, She isn’t”. Excelente maneira de modelar e praticar short answers em contexto real. Também pode ser usada com bebês, e você pode usar variações de linguagem como “Point to” ou aceitar nodding como resposta, no caso das crianças não verbais. 
  1. Uma variação da estratégia 2 para crianças mais proficientes é transformar em um guessing game em que a criança vai poder responder algumas perguntas para que os colegas adivinhem de quem é a foto. Você pode fazer as perguntas, ou, dependendo da sua avaliação, deixar que as próprias crianças façam.
  1. Nome e foto – Ao chegar na turma de três anos, muitas escolas já começam a pensar na escrita do nome como componente curricular. Assim, as crianças passam a ter name tags com a combinação de nome e foto. Mas não se engane – não existe movimento de leitura nessa idade! O que a criança começa a perceber é que existem desenhos que representam seu nome. A professora deve ir apontando características dessa escrita para que a criança perceba sua estabilidade e passe a reconhecer (e não ler) seu nome, e é claro que a chamada é o momento em que a professora vai ressaltar isso. Que tal então espalhar as tags pela sala e, na hora de começar a roda, cada criança busca a sua, como se fosse um pass para entrar na roda? Veja que inversão interessante: em vez de você ficar chamando mil vezes para a roda, sentar-se na roda se transforma no sinal da vitória de quem conseguiu encontrar seu nome. Eles entrarão na roda muito mais animados! Além disso, você ainda pode fazer uma busca dos nomes de quem faltou para quebrar a roda e trazer mais movimento. 
  1. Uma outra forma de variar essa combinação é distribuir os nomes e fotos separadamente, como um matching game. Cada criança recebe um nome e precisa perguntar aos colegas “Whose name is it?” “Its mine!”. Mais um momento de modelo e prática! 
  1. Secret bag/box – Você pode tirar as tags de um recipiente e dar dicas sobre a criança. “It’s a girl and she is wearing purple socks.” Para crianças mais proficientes, você pode pedir que elas façam as perguntas. Sempre que a tag for atribuída a alguém, ela deve ir para a coluna “Present” ou “Absent”.
  1. Color/check the box – Cada criança presente deverá colorir ou marcar um quadrado na linha dos presentes. Depois, você marca as crianças ausentes. Esta é uma estratégia de contagem, representação visual de quantidade e organização de dados. Você pode usar para introduzir ou praticar linguagem referente a este contexto, como “How many…?“, “Do we have/Are there more kids present or absent?“, “How many more?“.  
  1.  Apenas nomes – Quando as crianças já reconhecem seus nomes, você pode começar a usar tags que tenham apenas esta informação. Aí está uma oportunidade de nomear a primeira ou última letra, modelar o som inicial, enfim, trabalhar os sons em contexto para que eles adivinhem qual nome você está segurando. Conforme eles se apropriem dos conhecimentos e procedimentos desta brincadeira, você pode pedir que cada um sorteie um nome e dê dicas para os colegas adivinharem. 
  1. Uma outra forma de fazer a chamada é deixar os nomes em um potinho próximo à entrada. Cada criança deverá pegar seu nome assim que entrar e já colocar no board. Assim, você ganha tempo no circle para fazer as intervenções que achar pertinentes em relação aos nomes que já estarão expostos. 
  1. Lista de chamada no board – Você pode deixar uma parte da lousa ou um papel pautado impresso para as crianças escreverem os nomes assim que chegarem. Aí você tem um material riquíssimo para analisar a escrita e colocar a importância do traçado em contexto. É possível ler os nomes? A escrita está convencional? 

Você percebe como todas as estratégias apresentadas podem ser mescladas? Dessa forma, você vai variar esse momento do circle e, principalmente, vai trabalhar diferentes objetivos de aprendizagem de acordo com sua necessidade. Para continuar refletindo sobre o circle time e a rotina na sala de aula bilíngue, conheça nosso curso “A organização da rotina bilíngue” clicando o botão! 


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